Poder & PolíticaPoder & Política
  • Home
  • Editorial
  • Política
  • Cidade
    CidadeMostre mais
    Deputados participam da 65ª edição do ‘Sergipe é Aqui’ em São Miguel do Aleixo

    O município de São Miguel do Aleixo, localizado a 95 quilômetros de…

    4 min tempo de leitura
    Última Cantata de Natal do Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto celebra o espírito natalino

    A última noite da Cantata de Natal do Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto…

    3 min tempo de leitura
    Tamo Junto Aracaju realiza 2.693 atendimentos no Olaria e consolida atuação junto à população

    A quarta edição do Tamo Junto Aracaju, realizada na Escola Municipal Oviêdo…

    5 min tempo de leitura
    Prefeitura de Aracaju promove Festival do Caranguejo na Orla da Atalaia

    A Prefeitura de Aracaju realizará, entre os dias 4 e 7 de…

    2 min tempo de leitura
    Justiça barra retomada da licitação do transporte coletivo determinada pelo TCE

    A Justiça de Sergipe manteve suspensa a licitação do transporte coletivo da…

    2 min tempo de leitura
  • Brasil
  • Economia
  • Mundo
  • Carreira
    CarreiraMostre mais
    Curso de Revestimento Cerâmico para mulheres promovido pelo Governo de Sergipe é concluído e garante qualificação profissional

    Foi concluído nesta sexta-feira, 1º, o curso de Revestimento Cerâmico para mulheres,…

    3 min tempo de leitura
    Secretaria de Estado do Trabalho divulga 20 vagas intermediadas pelo NAT

    Nesta quarta-feira, 12, a Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo…

    3 min tempo de leitura
    NAT divulga 24 vagas de emprego em aberto nesta segunda-feira, 10

    O início da manhã desta segunda-feira, 10, no Núcleo de Apoio ao…

    3 min tempo de leitura
    Os concursos públicos para ficar de olho em 2025, incluindo Polícia Federal

    O governo federal anunciou na semana passada a realização de um novo…

    17 min tempo de leitura
    Inscrições para Concurso da PM de Sergipe são prorrogadas até 6 de fevereiro

    As inscrições para o concurso da Polícia Militar de Sergipe (PMSE) estão…

    2 min tempo de leitura
  • Variedades
    VariedadesMostre mais
    Alese aprova Política Estadual de Conscientização e Prevenção sobre a Hemofilia

    Os deputados e deputadas estaduais da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) aprovaram,…

    3 min tempo de leitura
    Sexto LIRAa identifica apenas um município sergipano com alto índice de infestação do Aedes aegypti

    A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta segunda-feira, 24, o…

    2 min tempo de leitura
    Governo do Estado apoia 47ª Festa da Laranja e reforça compromisso com fortalecimento da citricultura

    O governador Fábio Mitidieri participou, neste domingo, 23, da 47ª edição da…

    4 min tempo de leitura
    Funcap registra mais de 300 inscrições para Vila do Natal Iluminado 2025

    O Chamamento Público nº 51/2025 lançado pelo Governo de Sergipe, por meio…

    3 min tempo de leitura
    Secretaria de Estado da Saúde recebe propostas técnicas e financeiras para construção da nova Maternidade Nossa Senhora de Lourdes

    A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Programa de…

    3 min tempo de leitura
Poder & PolíticaPoder & Política
  • Home
  • Política
  • Cidade
  • Brasil
  • Variedades
Pesquisar
  • Home
  • Categorias
    • Editorial
    • Política
    • Cidade
    • Brasil
    • Mundo
    • Economia
    • Carreira
    • Variedades
  • Contato
Tem uma conta existente? Entrar
Siga-nos
© 2023 Poder & Política. Todos os direitos reservados.

Entenda a diferença entre novo arcabouço e teto de gastos

Publicado 14/04/2023
Compartilhar
9 min tempo de leitura
Compartilhar
image_printImprimir

Com previsão de ser encaminhado ao Congresso Nacional na próxima semana, o novo arcabouço fiscal substituirá o teto de gastos que vigora desde o fim de 2016. Mas, afinal, qual a diferença entre a futura regra e a atual?

Na última quarta-feira (5), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a União teria de cortar R$ 30 bilhões em despesas obrigatórias em 2024, caso o teto fosse mantido. Segundo ele, os cortes atingiriam não apenas gastos discricionários (não obrigatórios), como água, luz, internet, material de escritório e telefone, mas também afetariam programas sociais.

“Se mantido o teto de gastos, teríamos que fazer corte não mais sobre despesa discricionária. Teríamos de cortar R$ 30 bilhões das despesas obrigatórias se [o teto] fosse mantido a partir de 2024. Para subvencionar custeio?”, explicou o ministro em evento a um banco de investidores.

Para entender o que mudará com o novo arcabouço, é necessário compreender o processo que levou à inviabilidade da continuação do teto de gastos.

Teto de gastos

Promulgado com previsão de durar 20 anos, o teto federal de gastos limita o crescimento dos gastos primários da União pela inflação acumulada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas executadas em 2016 passaram a ser corrigidas pelo indicador todos os anos, com a inflação sendo aplicada sobre o limite do ano anterior.

A Constituição permite que o teto seja extrapolado em alguns casos: créditos extraordinários (relacionados a gastos emergenciais), capitalização de estatais não dependentes do Tesouro (mecanismo usado para sanear problemas financeiros ou preparar empresas para a privatização), gastos da Justiça Eleitoral com eleições e transferências obrigatórias da União para estados e municípios.

Dentro do limite global, há limites para os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público da União e Defensoria Pública da União, com alguns órgãos dentro dessas categorias também obedecendo a sublimites. Até 2019, o Poder Executivo compensou eventuais estouros dos demais poderes num cronograma de transição.

Segundo o teto de gastos, em 2026 o indexador seria revisto, podendo ser maior que a inflação. Até 2020, a correção era feita tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) entre julho de dois anos antes e junho do ano anterior. Com a Emenda Constitucional dos Precatórios, promulgada em 2021, o índice passou a considerar a inflação cheia do ano anterior.

Entre janeiro e junho, vale a inflação efetiva do primeiro semestre. De julho a dezembro, vale uma projeção para o IPCA, valor que é compensado quando o índice cheio do ano anterior é divulgado, em janeiro do ano seguinte. Na ocasião, a mudança teve como objetivo liberar R$ 64,9 bilhões no Orçamento de 2022, ano eleitoral.

Diferentemente de outros países, o teto de gastos brasileiro não tem válvulas de escape como exclusão de investimentos (obras públicas e compra de equipamentos) e gastos sociais da regra. Outra possibilidade de escape é a suspensão da regra em momentos de baixo crescimento da economia, como ocorre no Peru.

No país vizinho, país que adota o teto de gastos desde 1999, a despesa não é simplesmente corrigida pela inflação. Os gastos podem ter crescimento real (acima da inflação) de 2% nos primeiros anos e de 4% a partir de 2004.

Emenda Constitucional da Transição

Sem válvulas de escape no Brasil, a Constituição foi modificada várias vezes desde 2019 para permitir furos no teto de gastos, envolvendo R$ 828,41 bilhões fora do limite. Desse total, a maior parte correspondeu ao Orçamento de Guerra para enfrentar a pandemia de covid-19 em 2020. Foram R$ 507,9 bilhões, segundo cálculos do economista Bráulio Borges, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre).

Com a liberação de R$ 108,46 bilhões pela Emenda Constitucional dos Precatórios e de mais R$ 41,2 bilhões com a Emenda Constitucional que elevou o Auxílio Brasil para R$ 600 e criou auxílios para taxistas e caminhoneiros, o teto de gastos estouraria em 2023. Para evitar a paralisia do Orçamento deste ano, o governo eleito articulou a aprovação da Emenda Constitucional da Transição.

Promulgada em dezembro do ano passado, a Emenda Constitucional da Transição excluiu até R$ 168 bilhões do teto de gastos em 2023. Desse total, R$ 145 bilhões correspondem ao novo Bolsa Família com valor mínimo de R$ 600, e até R$ 23 bilhões poderão ser gastos em investimentos caso haja excesso de arrecadação.

Em troca da criação de mais um furo no teto de gastos. O texto, no entanto, estabeleceu a obrigatoriedade de o governo enviar – até agosto deste ano – um projeto de lei complementar com um novo arcabouço fiscal ao Congresso. Para permitir que o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2024 seja enviado até 15 de abril, data estabelecida pela legislação, dentro do novo arcabouço, o governo decidiu antecipar a divulgação das novas regras.

Novo marco fiscal

Apresentado em 30 de março, o novo arcabouço fiscal combina regras de resultado primário (resultado das contas do governo sem os juros da dívida pública) e de controle de gastos. As despesas do governo poderão crescer entre 0,6% e 2,5% acima da receita do ano anterior em valores reais (corrigidos pela inflação).

Dentro dessa banda de 0,6% e 2,5%, os gastos poderão crescer até 70% da variação da receita do ano anterior. Segundo o Tesouro Nacional, o limite considerará a receita líquida, quando são descontados das receitas da União os repasses obrigatórios a estados e municípios.

Embora as despesas estejam submetidas a um limite de crescimento, existem diferenças marcantes em relação ao atual teto de gastos. Primeiramente, os gastos estão atrelados às receitas, o que cria um caráter pró-cíclico para o novo marco fiscal, em que as despesas crescem mais quando o governo arrecada mais e caem quando a arrecadação recua. No Brasil, o teto de gastos é contracíclico, limitando os gastos quando a arrecadação aumenta e, como não tem válvulas de escape, é pró-cíclico em momentos de recessão, porque os gastos também diminuem quando a economia se contrai.

A segunda diferença diz respeito ao crescimento. Com o teto de gastos, as despesas não podiam crescer acima da inflação. Pelo futuro arcabouço fiscal, os gastos sempre crescerão mais que a inflação. Em momentos de recessão ou de baixo crescimento, crescerão menos, mas, ainda assim, acima do IPCA.

Definição

Neste feriado, os Ministérios da Fazenda e do Planejamento estão definindo o período a ser levado em conta para corrigir a receita. Inicialmente, as duas pastas tinham afirmado que o intervalo consideraria a receita entre agosto do ano anterior e julho do ano atual.

No entanto, posteriormente, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, informou que o intervalo será entre julho do ano anterior e junho do ano atual, para dar tempo ao governo de preparar o projeto do Orçamento do ano seguinte dentro dos novos limites. O período de correção só será conhecido após o envio do texto final ao Congresso

Além do limite para gastos, o novo arcabouço prevê metas de resultado primário que poderão ser fixadas a cada quatro anos em cada mandato presidencial. Com margem de tolerância de 0,25 ponto percentual para mais ou para menos, o governo prevê déficit primário de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023, resultado zero em 2024 e superávit de 0,5% do PIB em 2025 e de 1% em 2026. Caso o limite inferior da banda seja descumprido, haverá um mecanismo automático de punição, que reduzirá o crescimento de 70% para 50% da variação da receita no ano seguinte.

 

Fonte: Agência Brasil

image_printImprimir

Compartilhe este artigo
Twitter Email Link Copiado
Artigo anterior Brasil e China assinam memorandos para nova industrialização
Próximo artigo Alckmin defende fim da isenção de plataformas digitais: “Concorrência tem que ser leal”

Últimas Notícias

Antes de viagem ao Panamá, Lula conversa com presidente Mulino
Brasil
Deputados participam da 65ª edição do ‘Sergipe é Aqui’ em São Miguel do Aleixo
Baixo São Francisco
Alese aprova Política Estadual de Conscientização e Prevenção sobre a Hemofilia
Saúde
Sergipe avança no combate à fome com ampliação do programa estadual Prato do Povo
Destaque Uncategorized
Clima
23°C
Aracaju
céu limpo
23° _ 23°
100%
4 km/h
qua
29 °C
qui
29 °C
sex
25 °C

Acompanhe nossas redes sociais

Destaques Poder & Política

Arrecadação federal chega a R$ 261,9 milhões em outubro e bate recorde

A arrecadação total de tributos federais somou R$ 261,9 milhões em outubro, o maior valor já registrado para o mês.…

6 min tempo de leitura
Leia Mais

Pix permanecerá como uma infraestrutura pública digital, afirma Galípolo

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quarta-feira, 6, que o Pix vai permanecer como uma infraestrutura pública…

2 min tempo de leitura
Leia Mais

Plano de contingência sobre tarifas dos EUA já foi apresentado a Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (28) o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pela…

2 min tempo de leitura
Leia Mais

Trump contra o Pix: entenda o que pode ter motivado críticas dos EUA

Os Estados Unidos iniciaram na terça-feira (15) uma investigação interna contra práticas comerciais do Brasil que consideram supostamente “desleais”. Entre elas,…

5 min tempo de leitura
Leia Mais
Poder & Política

Comunidades

Ingressar
Ingressar

Notícias

  • Política
  • Editorial
  • Brasil

Cotidiano

  • Cidade
  • Mundo
  • Saúde

Variedades

  • Cultura
  • Educação
  • Esporte

Mercado

  • Economia
  • Carreira
  • Tecnologia

Links Úteis

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Contato

© 2025 Poder & Política. Informação é poder desde 2013. Todos os direitos reservados.

Gerenciar Consentimento de Cookies
Usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. Fazemos isso para melhorar a experiência de navegação e exibir anúncios personalizados. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}
adbanner
AdBlock detectado
Nosso site é um site com suporte de publicidade. Por favor, coloque na lista de permissões para apoiar nosso site.
Ok, vou colocar na lista de permissões
Welcome Back!

Sign in to your account

Perdeu sua senha?